S.O.S. Rio Paiva volta a disponibilizar-se para acompanhar projecto dos passadiços no Paiva

A Associação S.O.S. Rio Paiva voltou a demonstrar junto da autarquia de Arouca “a sua vontade e disponibilidade para acompanhar o projecto de desenvolvimento do Turismo Activo do Rio Paiva”, solicitando uma reunião ao autarca arouquense para conhecer o projecto em causa. A Associação foi convidada pelo Presidente da Câmara de Arouca, durante uma reunião de Câmara realizada a 4 de Maio de 2010, a acompanhar o projecto, convite que foi anunciado na imprensa nacional e aceite pela S.O.S. Rio Paiva, mas nunca a associação foi informada acerca dos planos da autarquia. A 5 de Setembro de 2011, a Associação reforçou por ofício, a sua vontade e disponibilidade em acompanhar este projecto, mas infelizmente não obteve qualquer resposta da Câmara Municipal de Arouca. Numa altura em que estão em fase de conclusão as obras de construção dos passadiços nas margens do Paiva, a Associação de Defesa do Vale do Paiva voltou a demonstrar o seu interesse no projecto, aguardando para breve uma resposta por parte da Câmara.

Recorde-se que as obras de construção dos passadiços, numa extensão de cerca de 8 quilómetros nas margens do rio Paiva, têm levantado algumas preocupações à nossa associação que defende a necessidade de concretização de um plano de gestão de local que possa minimizar os impactos negativos da inclusão de visitantes nesta área, bem como sensibilização para o cumprimento das boas práticas de uso do mesmo.

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  1 comment for “S.O.S. Rio Paiva volta a disponibilizar-se para acompanhar projecto dos passadiços no Paiva

  1. Afonso Alves
    28 Abril, 2015 at 22:53

    A Associação dos Amigos da Paradinha também se queixa do mesmo. Contactada em 2012 para colaborar num projecto para a Paradinha e apesar da sua disponibilidade para tal e após diversos contactos até à data tudo não passou das intenções. O Arqº Silvestre responsável do Gabinete das Obras Públicas da CMA não liga patavina às Associações. A “ASAP” já deixou de acreditar e sente-se desprezada pelo poder autárquico. LAMENTÁVEL !

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